terça-feira, 17 de julho de 2012

Metade

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.



Metade de mim sou eu. Outra metade é você. Te amo muitooo Mayara. muito mesmo.

domingo, 1 de julho de 2012

ENCANTO

O DIA TODO, PENSANDO EM VOCÊ.
TE AMO TANTO NÃO CANSO DE TE DIZER.
O SEU ENCANTO, CONQUISTOU MEU CORAÇÃO.
TO SOFRENDO DE INSONIA,
ESCREVENDO UMA CANÇÃO.
TO VIVENDO UM SONHO LINDO.
VOCÊ É MINHA INSPIRAÇÃO.

MEU, MEDO MAIOR.
É DE TE PERDER.
QUANDO ME SINTO TRISTE,
PENSO, LOGO EM VOCÊ;
QUANDO, OUÇO SUA VÓZ,
ESCUTO A LINGUAGEM DOS ANJOS.
NÃO DEMOROU MUITO TEMPO.
EU CAI NO SEU, ENCANTO.

NÃO É BRUXA, OU FEITIÇEIRA.
É TÃO PURA E DO BEM,
TÚ NÃO, FAZ MAGIA NEGRA.
NO SEU ENCANTO SOU REFÉM.

SUA PELE, É PERFEITA.
OS SEUS OLHOS SÃO TAMBEM.
TÚ, NÃO SAI DA MINHA CABEÇA.
VOCÊ É AQUELE ALGUEM.

ALGUEM QUE ESPEREI.
A ANOS.
PARA AO MEU LADO VIVER.
QUANDO EU ESTIVER VELHINHO.
QUERO ESTA VOM VOCÊ.

NÃO SOU UM ANJO,.
NEM UM PRINCIPE ENCANTADO.
POSSO SER SEU PROTETOR?
DE VE ENQUANDO PROFESSOR.

SE O SEU AMOR POR MIM UM DIA ACABAR.
EU VOU PEDIR PARA O MEU, DEUS.
MANDAR A MORTE ME BUSCAR.
EU NÃO ACREDITO EM FINAL FELIZ.
POIS TUDO É TRISTE,
QUANDO TEM FIM.
TODO FILME É TRISTE.
POESIAS TAMBEM.
O APAIXONADO É BOBO.
NO SEU ENCANTO;
SOU REFÉM!!!

Desejo

Te desejo, te espero.
No outono no inverno.
Sua péle é macia.
Os seus beijos me arrepia.
Te desejo de corpo e alma.
Pensamento e coração.

Não é vontade.
É paixão.
A mais pura verdade,
Quero você em meu colchão.
Não é obsceno,
É amor.
Não é desejo da carne.
Não, se ofenda por favor.

Te amo, e prometo não te machucar.
Meu Deus, que eu to falando?
Eu não sei me segurar.

Não tenha vergonha.
Me da sua mão.
Que louca fantasia.
Nem pareçe poesia.
Chamo isso de paixão.

Nú viemos.Nús iremos.
Nú ficaremos, Nús nós fazemos,
isso não é poesia.
É verdade pode crê,
Sexo são para os fracos,
Daqueles filmes de TV.

Por você, sinto amor.
Se rolar vai ser amor.
Com você, fazer amor.
Não se ofenda meu amor.

Te amo mais que qualquer coisa,
Quero ser seu protetor.
Com você, não quero sexo.
Se rolar vai ser amor!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Mayara Buzatto

Devem me achar louca
pois eu sorrio sozinha na rua
quando lembro de você
um sorriso , um abraço
ou um simples olhar

O tic-tac do relogio
é o meu maior inimigo
pois seu riso e constante
ele ri da minha saudade
e vontade de te ver

A vida e uma grande lição
e com você eu aprendi
que não da para seguir sozinha
todo ser precisa de alguem
e eu preciso de você !

Você nesse vazio!

Por que, escrevo.

o que não vivo?

Por que escrevo.

o que mais quero?

Te amo Tanto minha menina,

Vem correndo que te espero.


Ser a dona do meu coração.

Coroada como eterna.

Poesias e canções,

Vem chegando a primavera.


A saudade que eu sinto.

Um minuto sem te ver.

Vem prencher esse vazio.

Eu preciso de você.


Minha amiga, Namorada.

Gosto tanto de você;

Te conquisto a cada, dia

Pra você não me esqueçer.


Sou um poeta apaixonado.

Bobo alegre, retardado.

um menino magoado 

quando não estou ao seu lado.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Roda Roleta. F.Brandow


Roda a catraca.
Roda a roleta.
Roleta Russa,
Catraca d´ônibus.
Roleta para o céu.
Catraca Pro inferno.
Roleta é verão,
Catraca é inverno.

Roleta gira,
Catraca também.
Trabalhadores que vai,
Trabalhadores que vem.
Roda a catraca fica de pé.
Roda a roleta e seja o que Deus quiser.

Vai no escuro do amanhecer.
Vem na escuridão do entardecer.
Conta quem vem,
Conta quem vai.
Conta quem foi,
E não volta mais.

Você nasceu?
Eu também.
Não sabe viver?
Problema de quem.

Tem bala na roleta.
Tem ser na catraca,
Tudo gira, tudo atrasa.
Tudo avança, tudo para.
Tudo vem tudo vai.
O motorista diz: passa pra traz!
E Deus diz: avança.
Se fracassar levanta.
Se si cansar insista.
Seja, seu motorista.
Roleta na arma.
Catraca no busão.
Roleta de banco;
Catraca de bonde ação.
Roleta da sorte.
Catraca da morte;
Roleta te cofundi
Catraca te faz forte.
O mundo hoje em dia
Não é mais medieval
  Passo de baixo da catraca.
Pra chegar no, terminal.
Catraca descansa,
Roleta não dorme.
O pobre faz comida
Pro Rico que come.
Quem acredita alcança
Quem casa bota aliança.
Dessas vezes;
Catraca Largo Treze,
Catraca Pro Capão
Catraca valo-Velho
Pra rodar passa o cartão.

Peça carona, não tenha vergonha.
Seja no Eduardo ou no, macedônia.
Seja em Botafogo
Talvez em Copacabana.
Mas nas costa de bandido
Não peço carona.
Vai com atitude,
Pro Vale das virtudes;
Calor e apertado.
Nessa linha de Osasco.
 Também é tormento,
Jangadeiro, São Bento,
Valho velho, dom José.
Rodei a catraca pra ficar de pé;
Irene, Fernanda.
Seja aonde for.
Mitisútani, Rosana.
E, no, branca Flor.
Na Giovanni, ou no Morumbi.
Faria lima Tucuruvi.